Por que “todo mundo” compra carro novo e eu não consigo?
A busca por status através de carros novos e outros bens pode transformar o desejo de parecer bem-sucedido em dívidas que comprometem o presente e a construção de patrimônio no futuro.
Todas as notícias com a tag a nova forma de morar no brasil
Voltar
A busca por status através de carros novos e outros bens pode transformar o desejo de parecer bem-sucedido em dívidas que comprometem o presente e a construção de patrimônio no futuro.
Uma pesquisa da Serasa mostra que 88% dos brasileiros já filtram parceiros pela vida financeira. Os números de divórcio do IBGE explicam por que esse filtro faz todo sentido — e por que quase ninguém o leva a sério até ser tarde.
A diferença entre o salário mínimo ideal e o praticado no Brasil evidencia distorções econômicas e sociais, enquanto os supersalários no serviço público reforçam a desigualdade e desafiam a percepção de justiça no país.
Brasileiros vivem mais, mas a maioria ainda chega à terceira idade sem preparo financeiro para uma aposentadoria mais longa.
O PIX transformou o sistema financeiro brasileiro ao ampliar a inclusão financeira, reduzir custos para a população e fortalecer a soberania tecnológica nacional diante das pressões de grandes empresas internacionais de pagamentos.
Artigo critica a cultura da ostentação promovida por influenciadores e celebridades, relacionando redes sociais, apostas online e o aumento do endividamento no Brasil.
O Tocantins registra a maior taxa de inadimplência de crédito do país, segundo o Banco Central: 8,2%. No outro extremo, Santa Catarina tem o menor índice, 3,9%. O mapa do calote no Brasil revela um país de realidades econômicas muito distintas.
O Amazonas é, proporcionalmente, o estado mais endividado do Brasil: 52,30% da população adulta está negativada, segundo a Serasa. E ele não está sozinho — quando se olha para a proporção de inadimplentes, é a Região Norte que domina o ranking nacional.
O retrato da inadimplência mudou: 41,75% dos negativados têm dívidas de até R$ 1.000, segundo CNDL e SPC Brasil. Mais da metade dos brasileiros entre 30 e 39 anos está com o nome sujo — e o problema, na maioria das vezes, é uma conta que parecia administrável.