Desenrola 2.0 – Benefício a curto prazo que não resolve o problema
O Desenrola 2.0 oferece alívio temporário para dívidas, mas ignora a causa estrutural do endividamento: comportamento financeiro e uso do crédito.
O Desenrola 2.0 oferece alívio temporário para dívidas, mas ignora a causa estrutural do endividamento: comportamento financeiro e uso do crédito.
Uma ferramenta que poderia salvar milhões de famílias passou despercebida pelos grandes veículos. A explicação não está na falta de relevância — está em quem paga as contas da TV brasileira.
A confusão entre "banco digital" e "fintech" esconde um risco que a maioria dos brasileiros desconhece — e que pode custar caro em caso de falência.
IBGE confirma recorde histórico: 1 em cada 4 idosos brasileiros ainda está no mercado de trabalho em 2024. Reforma da Previdência, aposentadoria insuficiente e etarismo explicam por que o Brasil não para de trabalhar.
Quase metade dos brasileiros não tem reserva para imprevistos, e a falta de planejamento financeiro ajuda a explicar o avanço da inadimplência no país.
Enquanto o governo comemora R$ 10 bilhões arrecadados com a legalização das bets, 55% das apostas no Brasil ainda circulam em sites ilegais — e a projeção é que esse número chegue a 72% até o fim de 2026.
A pressão financeira sobre a Raízen reacende um princípio fundamental dos negócios: empresas não quebram por falta de lucro, mas por falta de caixa. A situação reforça a importância do planejamento financeiro e da prudência ensinada em Provérbios 21:5.
Levantamento da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas e do Serviço de Proteção ao Crédito mostra que mulheres representam 51,35% dos inadimplentes no Brasil. A pesquisa também revela que a idade média das pessoas endividadas é de 45 anos.
Pesquisa da Serasa revela que quase metade dos motoristas ainda não sabe como pagar o IPVA, e o imposto aparece entre os gastos que mais pesam no orçamento no início do ano.