Governo quer ajudar as pessoas endividadas. A ideia é boa, mas a causa-raiz permanece
O discurso presidencial toca em um problema real e crescente — mas a solução pode estar mais perto do que imaginamos.
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O discurso presidencial toca em um problema real e crescente — mas a solução pode estar mais perto do que imaginamos.
PIX parcelado cresce no Brasil, mas especialistas alertam que a modalidade funciona como um empréstimo com juros altos e pode aumentar o endividamento das famílias.
O endividamento das famílias brasileiras bateu recorde em janeiro de 2026, impulsionado principalmente pelo uso do cartão de crédito em compras online e delivery, refletindo um padrão de consumo incompatível com a realidade financeira. O texto alerta sobre os perigos do endividamento por impulso e recomenda diferenciar necessidades de desejos, buscando viver abaixo das possibilidades para conquistar liberdade financeira no futuro.
Artigo critica a declaração de Nikolas Ferreira sobre “piorar o país para depois melhorá-lo”, relacionando o tema ao endividamento das famílias, aos juros do cartão de crédito e aos princípios cristãos de responsabilidade social.
Artigo critica a cultura da ostentação promovida por influenciadores e celebridades, relacionando redes sociais, apostas online e o aumento do endividamento no Brasil.
O texto relaciona a influência de Neymar na promoção das BETs ao crescimento do endividamento das famílias brasileiras e questiona a eficácia do Desenrola 2.0 diante da expansão das apostas on-line.
Com 38% dos endividados apontando desemprego como causa e contas básicas como destino do crédito, a nova pesquisa da Serasa desmonta o mito do consumidor impulsivo e mostra que, no Brasil, dívida virou ferramenta de sobrevivência — não de consumo.
Pesquisa da Serasa mostra que 49% dos endividados com bancos concentram múltiplas dívidas em uma mesma instituição — entenda como o cartão, o cheque especial e o empréstimo pessoal formam uma armadilha dentro do próprio banco e o que fazer para sair dela.
O Desenrola 2.0 oferece alívio temporário para dívidas, mas ignora a causa estrutural do endividamento: comportamento financeiro e uso do crédito.