Mais bets, menos supermercado
Enquanto o governo comemora bilhões arrecadados com apostas, o dinheiro que devia comprar arroz, feijão e leite está indo parar nas casas de aposta — e duas grandes redes de supermercado já quebraram no caminho.
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Enquanto o governo comemora bilhões arrecadados com apostas, o dinheiro que devia comprar arroz, feijão e leite está indo parar nas casas de aposta — e duas grandes redes de supermercado já quebraram no caminho.
Pesquisa mostra que 63% dos endividados esperam que o governo resolva suas contas, mas a Finidesk lembra: a dívida é sua e a solução começa pela organização do seu próprio orçamento.
O Amazonas é, proporcionalmente, o estado mais endividado do Brasil: 52,30% da população adulta está negativada, segundo a Serasa. E ele não está sozinho — quando se olha para a proporção de inadimplentes, é a Região Norte que domina o ranking nacional.
Levantamento da Serasa mostra que, embora a maioria já tenha ajudado um amigo financeiramente, a prática frequentemente termina em frustração, afastamento e até nome sujo
A facilidade do dinheiro digital reduz a percepção dos gastos e pode levar a decisões financeiras impulsivas e descontroladas.
Entre 2016 e 2025, o número de imóveis alugados no Brasil cresceu três vezes mais rápido que o total de domicílios. O dado do IBGE não é só uma estatística — é um convite para sua família repensar uma das decisões financeiras mais caras da vida.
Dinheiro termina mais casamentos do que traição, e as apostas online escondidas estão se tornando a nova face da infidelidade financeira no Brasil.
Um estudo da Abmes revelou que 34% dos jovens apostadores abandonaram os estudos em 2025 por causa das bets — e quase um milhão de matrículas no ensino superior estão em risco para 2026. O governo arrecadou R$ 10 bilhões com as apostas enquanto roubava o futuro de uma geração inteira.
Enquanto o governo comemora R$ 10 bilhões arrecadados com a legalização das bets, 55% das apostas no Brasil ainda circulam em sites ilegais — e a projeção é que esse número chegue a 72% até o fim de 2026.