Governo quer ajudar as pessoas endividadas. A ideia é boa, mas a causa-raiz permanece
O discurso presidencial toca em um problema real e crescente — mas a solução pode estar mais perto do que imaginamos.
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O discurso presidencial toca em um problema real e crescente — mas a solução pode estar mais perto do que imaginamos.
O endividamento das famílias brasileiras bateu recorde em janeiro de 2026, impulsionado principalmente pelo uso do cartão de crédito em compras online e delivery, refletindo um padrão de consumo incompatível com a realidade financeira. O texto alerta sobre os perigos do endividamento por impulso e recomenda diferenciar necessidades de desejos, buscando viver abaixo das possibilidades para conquistar liberdade financeira no futuro.
Artigo critica a declaração de Nikolas Ferreira sobre “piorar o país para depois melhorá-lo”, relacionando o tema ao endividamento das famílias, aos juros do cartão de crédito e aos princípios cristãos de responsabilidade social.
Pacote de estímulos acima de R$ 700 bilhões em 2026 pode impulsionar a economia agora, mas aumenta a dívida pública e levanta alertas sobre a qualidade do endividamento do Estado.
A Selic caiu para 14,75%, mas a redução ainda é pequena para aliviar empresas e famílias endividadas. Crédito segue caro, enquanto CDB e renda fixa continuam atrativos.
Pesquisa aponta que o custo médio de vida do brasileiro chegou a R$ 3.520 por mês em 2026. Despesas com alimentação, moradia e contas fixas concentram mais da metade dos gastos das famílias.
Presidente afirma que pretende acabar com as bets, mas proibição ainda não foi aprovada; governo discute medidas contra jogos on-line e publicidade enquanto cresce a preocupação com o impacto das apostas no orçamento das famílias.
O texto relaciona a influência de Neymar na promoção das BETs ao crescimento do endividamento das famílias brasileiras e questiona a eficácia do Desenrola 2.0 diante da expansão das apostas on-line.
Com 38% dos endividados apontando desemprego como causa e contas básicas como destino do crédito, a nova pesquisa da Serasa desmonta o mito do consumidor impulsivo e mostra que, no Brasil, dívida virou ferramenta de sobrevivência — não de consumo.