Governo quer ajudar as pessoas endividadas. A ideia é boa, mas a causa-raiz permanece
O discurso presidencial toca em um problema real e crescente — mas a solução pode estar mais perto do que imaginamos.
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O discurso presidencial toca em um problema real e crescente — mas a solução pode estar mais perto do que imaginamos.
O PIX transformou o sistema financeiro brasileiro ao ampliar a inclusão financeira, reduzir custos para a população e fortalecer a soberania tecnológica nacional diante das pressões de grandes empresas internacionais de pagamentos.
A aposentadoria não depende apenas do INSS, mas principalmente de planejamento, constância e educação financeira ao longo da vida.
O Desenrola 2.0 propõe renegociar dívidas e limitar novos créditos, mas não ataca a causa raiz do endividamento: a falta de educação financeira e o estímulo a comportamentos de risco.
Sem educação financeira, famílias vivem fazendo “acrobacias” com o dinheiro — e sem rede de proteção.
A B3 disponibiliza mais de 100 cursos gratuitos de educação financeira e investimentos. O conteúdo online ensina desde o básico até estratégias mais avançadas para organizar as finanças e investir melhor.
O endividamento das famílias brasileiras bateu recorde em janeiro de 2026, impulsionado principalmente pelo uso do cartão de crédito em compras online e delivery, refletindo um padrão de consumo incompatível com a realidade financeira. O texto alerta sobre os perigos do endividamento por impulso e recomenda diferenciar necessidades de desejos, buscando viver abaixo das possibilidades para conquistar liberdade financeira no futuro.
Clubes dizem que restrições às casas de apostas ameaçam o futebol brasileiro. Os valores mostram uma forte dependência financeira, mas o cenário mais provável seria de redução de receitas e busca por novos patrocinadores — não o desaparecimento do esporte.
Uma pesquisa da Serasa mostra que 88% dos brasileiros já filtram parceiros pela vida financeira. Os números de divórcio do IBGE explicam por que esse filtro faz todo sentido — e por que quase ninguém o leva a sério até ser tarde.