Governo quer ajudar as pessoas endividadas. A ideia é boa, mas a causa-raiz permanece
O discurso presidencial toca em um problema real e crescente — mas a solução pode estar mais perto do que imaginamos.
O discurso presidencial toca em um problema real e crescente — mas a solução pode estar mais perto do que imaginamos.
O retrato da inadimplência mudou: 41,75% dos negativados têm dívidas de até R$ 1.000, segundo CNDL e SPC Brasil. Mais da metade dos brasileiros entre 30 e 39 anos está com o nome sujo — e o problema, na maioria das vezes, é uma conta que parecia administrável.
A inadimplência no Brasil muda de perfil: jovens reduzem dívidas enquanto o número de idosos negativados cresce e preocupa especialistas.
A Receita Federal do Brasil lançou o “Minhas Dívidas e Pendências”, plataforma que permite consultar débitos fiscais de forma simples. Veja o passo a passo para acessar e manter sua situação regularizada.
Levantamento divulgado pela imprensa mostra que cartão de crédito, empréstimos e cheque especial concentram o maior volume de dívidas das famílias brasileiras. Especialistas alertam que o uso descontrolado do crédito pode transformar pequenas compras em grandes problemas financeiros.
Clubes dizem que restrições às casas de apostas ameaçam o futebol brasileiro. Os valores mostram uma forte dependência financeira, mas o cenário mais provável seria de redução de receitas e busca por novos patrocinadores — não o desaparecimento do esporte.
O Mapa de Crédito da Serasa mostra que o cartão virou extensão da renda de milhões de brasileiros — e a Finidesk lembra: cada passada na maquininha é um empréstimo, e orçamento é o que separa quem usa o cartão de quem é usado por ele.
A busca por status através de carros novos e outros bens pode transformar o desejo de parecer bem-sucedido em dívidas que comprometem o presente e a construção de patrimônio no futuro.
Uma pesquisa da Serasa mostra que 88% dos brasileiros já filtram parceiros pela vida financeira. Os números de divórcio do IBGE explicam por que esse filtro faz todo sentido — e por que quase ninguém o leva a sério até ser tarde.